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terça-feira, 28 de junho de 2011

TRILHO - QUEDAS ÁGUA MOÍNHO ESPANHOL - INVERNEIRA . CASTRO LABOREIRO

Continuação,
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DA INVERNEIRA DE MARECO ÀS QUEDAS DE ÁGUA E AO MOÍNHO D´AGUA ESPANHOL
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PELA MARGEM DO RIO LABOREIRO
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JANGADA DE PEDRA
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O RIO É O LABOREIRO





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OS ESCUTEIROS QUE DERAM O AUXÍLIO E A PROTECÇÃO AOS CAMINHEIROS, SÃO DO AGRUPAMENTO DE PÓVOA DE LANHOSO - DISTRITO DE BRAGA

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CONTINUAMOS EM DIRECÇÃO ÀS QUEDAS DE ÁGUA E AO MOÍNHO ESPANHOL









É LONGO O ATRASO DOS ÚLTIMOS PARA OS PRIMEIROS, QUE JÁ ATINGIRAM AS QUEDAS DE ÁGUA







AQUELAS PEDRAS SÃO PERIGOSÍSSIMAS; ESCORREGADIAS





ESTAS PEDRAS SÃO ESCORREDADI.....................PUM






EU NÃO DISSE ! ! ! ! ! ! ! ! ! !






ACIDENTE GRAVE...., NÃO MUITO GRAVE..., QUE PODERIA TER SIDO GRAVÍSSIMO ! ! !









FRACTURA............., FOI SÓ COURO CABELUDO





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ESCUTEIROS DO AGRUPAMENTO DE PÓVOA DE LANHOSO DO DISTRITO DE BRAGA

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JOVENS EXCEPCIONALMENTE SIMPÁTICOS, CORRETOS, PRESTÁVEIS, QUE NÃO SE RETRAÍRAM EM QUALQUER OCASIÃO NA AJUDA DE QUEM DELA PRECISOU.

EXEMPLO A SEGUIR PELOS JOVENS DESTE PAÍS.

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MOÍNHO ESPANHOL E QUEDAS DE ÁGUA

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REGRESSO PARA A INVERNEIRA - O MESMO CAMINHO

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MAIS UM ACIDENTE, EMBORA SEM CONSEQUÊNCIAS (no local marcado a encarnado pela circunferência)

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De pé, foi de cangalhas...,

de cangalhas, ficou de pé.

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Mais dois passos em frente

e um para o lado, indevidamente,

porque foi fora do trilho

e, logo foi um sarilho;

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A loira foi de cangalhas,

cabeça enfiada nas matas,

cangalhas no devido lugar,

deitada de barriga e de pernas p´ro ar.

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Não foi por ser loira nem cega,

o buraco estava lá, só que ás vezes se erra,

bem tapado e disfarçado com fetos,

bengala apoiou em falso e zás, foi de barriga p´ros matos.

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Mas, Deus sempre proteje as loiras,

não houve danos foi só susto,

por pouquinho ia ao rio,

aquilo foi um calafrio.

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Acodiram os escuteiros que já sabem como é,

sempre prestáveis e vigilantes;

foi só durante uns instantes,

e..., de cangalhas ficou de pé.

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João da mestra

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E O QUE SERÁ MAIS DIFÍCIL, DESCER ..., OU SUBIR ? ? ?

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LENÇO DE ESCUTEIRO

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MUITO AGRADECIDO AOS JOVENS ESCUTEIROS PELAS BOAS ACÇÕES DAQUELE DIA.

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EU SOMENTE POSSO AGRADECER.

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AS BOAS ACÇÕES FICARÃO A PESAR NA BALANÇA DAS BOAS ACÇÕES DE CADA UM.

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DEUS VOS COMPENSARÁ.

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EU VI UM SAPO,

EU VI UM SAPO.

(foi um canção infantil no Skin D´ouro, festival de canções infantis Italiano dos anos 70 (?).

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.........,E VI UMA COBRA, (de cobra não conheço canção)

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.............E, chegamos ao local de partida..............

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majosilveiro

sexta-feira, 23 de abril de 2010

TERMAS DAS CALDAS DE S. JORGE- NA FREGUESIA DE CALDAS DE S.JORGE - SANTA MARIA DA FEIRA



Caldas de S. Jorge, freguesia portuguesa do concelho de Santa Maria da Feira, dista pouco mais de vinte quilómetros da cidade do Porto, - de onde me desloco com frequência -, cerca de cinco da Vila de Santa Maria da Feira, seu concelho e, trinta e cinco da sua capital de distrito – Aveiro.
Relativamente perto, logo ali ao lado a bem dizer, passa a estrada nacional nº 1 – a célebre e antiquíssima estrada Porto – Lisboa, ainda há bem poucos anos a única e principal entre estas duas capitais, que, agora com veículos auto conduzidos, particulares e, luxuosos “autopulmans” para passageiros, de grandiosas empresas, enche por completo as duas faixas de rodagem daquela que ainda há pouco mais de século era uma estrada de empedrado, onde, as carreiras de transporte de passageiros era a diligência. Nesta freguesia existe o lugar de Malaposta, o que leva a concluir que naquele sítio existiu uma estação de mala posta, de diligência.
A freguesia de Caldas de S. Jorge é atravessada pelo rio Uíma, que, além de romper e passar por vários lugares de outras freguesias e até de outros concelhos a montante, dá a esta uma beleza inolvidável, - numa represa feita lago, com uma ilha onde se está a construir um novo bar-restaurante para substituir um que por antiquíssimo deixou de servir e, numa pequena cachoeira -, antes de continuar seu trajecto através de mais uma dezena de lugares e freguesias até ao rio Douro.
É muito bonito o seu coreto, sito ao lado do lago, onde, música de banda marcial, ou outra, eu nunca ouvi, com grande pena.
A estância termal, ou, vulgarmente denominada de termas – Caldas de S. Jorge – é o atractivo principal do lugar, que, funciona parte do ano. Parte, mas, quase na sua totalidade. A mesma, dá nome á freguesia.
É fantástico o seu jardim principal, nas traseiras (frente principal de outrora) da estância termal. Com árvores centenárias, que, dão ao sítio sombras excelentes e clorofila em abundância, para quem se senta naqueles bancos de jardim, que, como eu, com tanto prazer, me sento naqueles dias de canícula. Vi-o fantasticamente bem cuidado.
As crianças brincam naquele parque infantil excelentemente bem montado, onde se vê ter existido o cuidado de garantir a segurança para quem dele usufrui.
Enfim, as maravilhas, a simpatia, os cuidados, de uma pequena e modesta freguesia que se localiza fora da orla marítima e que desta tão cuidada forma agrada às populações e a forasteiros como eu.
Deixei por desvendar o porquê da existência de um lugar denominado de SÉ.




















Encontrei toponímia com uma rua de SÉ. Encontrei um enorme edifício, com brasão, que me informaram denominar-se de Quinta do Herdeiro e que teria sido, ou onde teria existido, uma igreja (seria a Sé?) Mas, são perguntas que ficam no ar, pois, não consegui deslindar.
Vá desfrutar daquelas termas; daquelas sombras à beira-rio; daqueles bancos no parque - debaixo daquelas enormes árvores; do romantismo do local com o silêncio que sempre é absoluto. Passe um tempinho naquele bar – ilha. Delicie-se.
Dê uma volta pelo lugar; tem cafés, bares, restaurante, discoteca, minimercado, quiosque de jornais e revistas, banco, entre outros estabelecimentos de interesse. Zonas de descanso e outras de utilidade.
O magnífico parque das Caldas de S. Jorge, o seu lago, a sua magnífica ilha, aliados a todas as cercanias de verdes campos e frondosas matas, conjuntamente com a Casa e Quinta do Herdeiro, são um lugar romântico, deveras aprazível, idílico, que, elegeria para repousar e escrever um livro, - romance. Vou reunir este lugar – das Caldas de S. Jorge -, àqueles lugares já eleitos para o mesmo efeito, cuja lista está no final:





Água não quente, mas transparente,
Mineral de uma única nascente,
Junto ao Ribeiro do Passal,
Borbulhava como nada igual.
Descoberta antiga da mal cheirosa
Quando sara úlcera varicosa
De um vivente,
Porque nela banhava-se freqüentemente.
Padre Inácio, ao saber da cura por seu criado,
Tratou de construir com expensas próprias
Barracos de madeira, fonte e tanques
Para hospedar gente que da luta contra doença
Já havia desistido por achar inglória.
Na batalha pela vida, essa água
Sulforosa, poderosa, milagrosa,
Cura da tristeza momentânea até a dor mais tenebrosa,
Mas não podia ser diferente
Tendo o Guerreiro São Jorge como comandante
.